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O POPULAR REPERCUTE MEDIDAS ADOTADAS PELO GOVERNO PARA A PREVENÇÃO DO CORONAVÍRUS

O Popular repercutiu nesta segunda-feira (16) o decreto estadual assinado pelo Governador Ronaldo Caiado, publicado no último sábado (14), que define meios de diminuir aglomerações nas repartições públicas do estado como uma medida de prevenção ao Coronavírus (COVID-19). O decreto tem validade para os próximos 180 dias.

O documento determina mudanças de horários para entrada e saída de servidores, intervalos de refeição e descanso, a utilização de teletrabalho, dentre outros. O uso do teletrabalho, aprovado em lei em 2018, é o mesmo que home office, mas ainda não foi regulamentado pelo poder público. O Presidente do Sindipúblico, Nylo Sérgio, argumenta que o teletrabalho “é interesse de muitos servidores (…) mas tem que ser regulamentado”.

Nylo diz que essa é uma ótima medida para o serviço público e que pode contribuir neste momento para a prevenção ao alastramento do COVID-19. “Vamos entrar em contato com o governo para ter a regulamentação do teletrabalho, não só para esse momento com o coronavírus, mas é uma melhoria para o servidor e também ajuda na diminuição de gastos do governo, menos carros nas ruas, menos pessoas no transporte coleto. Se já tivesse a regulamentação, muitos servidores teriam aderido”, destaca.

Para a utilização do teletrabalho, o presidente da entidade questiona a mensuração da produtividade. Nylo diz que deve ser estabelecida uma regra clara de como a chefia vai verificar se os servidores estão exercendo suas funções, conforme determinação.

Apesar de as providências que constam no decreto terem sido tomadas sem a participação do funcionalismo público, a categoria entende que as medidas são necessárias. “Defendemos a segurança do servidor, não queremos que ele seja afetado e torcemos para que o governo pense da mesma maneira”, concluí Nylo Sérgio.

Para mais informações sobre o decreto e a utilização de teletrabalho, leia a matéria na íntegra aqui.

Fonte: Assessoria de Comunicação 



Postado em 16/03/2020 Por Ana Luíza Carvalho